Uma ação conjunta da ONG VEDDAS com o MP leva temática dos direitos animais nas escolas

Uma ação conjunta da ONG VEDDAS com o MP leva temática dos direitos animais nas escolas

Um total de 600 jovens participaram ao longo dos três dias de atividades do CINE VEDDAS no sertão baiano assistindo  palestras, filmes e debatendo sobre a temática dos direitos animais, sempre com viés vegano e abolicionista.

Segundo uma servidora da Prefeitura, essa foi a maior mobilização de alunos em uma atividade externa à escola nos últimos 10 anos.

 

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George Guimarães, presidente da ONG VEDDAS, palestrando para as crianças das escolas no sertão da Bahia

Essa é a turma da tarde dessa quarta-feira (16/08), sendo que essa ação está sendo realizada 2 vezes por dia (tarde e noite) ao longo de toda essa semana.

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Os alunos são da rede municipal de ensino, vindos de diversas cidades da região. Eles saem da atividade (que tem duração de três horas com cada turma) nitidamente tocados e movidos pela discussão e informações recebidas, o que,segundo George Guimarães,para ele tem sido mais do que gratificante

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Dias produtivos para a conscientização de jovens por meio da educação vegana!

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Desde segunda-feira, 14/08, a rotina de George Guimarães, presidente da  ONG VEDDAS, no sertão baiano, tem sido bem agitada, as atividades começaram cedo  com a presença do prefeito de Serrinha, guardas municipais, secretários, conselheiros, membros do MP e outros 90 agentes públicos e representantes de movimentos sociais que atuam na região.

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Promotora Leticia Baird desfiando suas recomendações aos presentes

O evento foi organizado pela promotora de justiça Letícia Baird como parte se uma série de obrigações assumidas pelos municípios envolvidos em decorrência de compromisso firmado pelos prefeitos com o Ministério Público da Bahia (terceira promotoria de justiça de Serrinha).

George Guimarães também tem participado de reuniões e feito palestras dirigidas a prefeitos, secretários de saúde, educação e meio ambiente e centenas de outros agentes públicos.

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Que mais ações de educação vegana voltadas a esse público (curioso, atento e corajoso ainda que em situação relativamente vulnerável) possam acontecer por todo o país.

 

 

 


Fonte:George Guimarães

Idosos que passeiam com cães de estimação são mais saudáveis, indica estudo

Idosos que passeiam com cães de estimação são mais saudáveis, indica estudo

Pesquisadores sugerem que o hábito passe a ser uma recomendação médica aos que chegam à meia-idade

Quer ter uma velhice saudável? Adote um cachorro. Levar o cão para passear pode aumentar os níveis de atividade física dos idosos, que, em média, exercitam-se por 30 minutos diários a mais que o habitual. Foi o que constatou uma pesquisa publicada no Journal of Epidemiology & Community Health. Com essa descoberta, os autores do estudo sugerem que ter um pet deveria ser recomendação médica para essa faixa etária.

À medida que os adultos envelhecem, eles tendem a se tornar menos ativos: estima-se que menos da metade dos adultos mais velhos atenda à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de se exercitar por ao menos 150 minutos semanais. Para saber se os cães poderiam motivar idosos a deixar o sedentarismo de lado, os pesquisadores utilizaram dados dos participantes de um grande estudo epidemiológico, a Investigação Prospectiva Europeia sobre Câncer e Nutrição (Epic). Esse trabalho, iniciado em 1993, teve como objetivo examinar os possíveis vínculos entre dieta e câncer. Mas, desde então, expandiu o foco para incluir outros fatores associados a condições como incapacidade e morte na meia-idade.

Entre setembro de 2006 e dezembro de 2011, uma amostra de 3.123 adultos com idade entre 49 e 91 anos (média de 69,5 anos) foi convidada a usar um pedômetro por sete dias consecutivos e fornecer informações sobre a atividade física regular. Também se perguntou se eles tinham um cão e, em caso afirmativo, com que frequência levavam o animal para uma caminhada.

Quase uma em cada cinco pessoas da amostra (18%) era tutora de um cachorro, e dois terços disseram que os levavam para caminhar ao menos uma vez por dia, sendo classificadas pelos pesquisadores como passeadores comuns. Um terço disse que caminhava com o cão menos do que isso, se caracterizando como passeador não regular. No total, os participantes gastavam, em média, 11 horas, ou 667 minutos, sentados diariamente, sendo menos ativos ainda quando chovia, estava frio ou quando os dias eram mais curtos.

Os passeadores regulares também se exercitavam menos nos dias chuvosos, mas, ainda assim, mostravam-se mais ativos independentemente do clima, comparados às pessoas que não tinham cachorros. Além disso, registraram no pedômetro mais atividade física quando a temperatura caiu abaixo de 10ºC do que aqueles que andavam com os cães de forma irregular ou que não tinham um pet. Os níveis de atividade física dos passeadores regulares foram, em média, 20% maiores que os demais, e eles passaram 30 minutos a menos sentados.

Sem tempo ruim

De modo geral, os tutores de cães que caminhavam regularmente com os animais de estimação eram mais ativos e menos sedentários nos dias com as piores condições climáticas do que as pessoas que não tinham um cachorro em dias com as melhores condições climáticas. “Nós ficamos encantados de descobrir que os passeadores de cães eram mais ativos e passavam menos tempo no sofá nos dias mais frios, secos e curtos quando comparados aos que não tinham cães em dias mais quentes, ensolarados e longos. O tamanho da diferença observada entre esses grupos foi bem maior do que o tipicamente encontrado em intervenções como sessões de atividade física em grupo, usadas para ajudar as pessoas a se manter ativas”, comenta Andy Jones, do Centro de Pesquisas de Dieta e Atividades Físicas (Cedar), que liderou o projeto.

Nos casos em que ter um cão não é possível, os pesquisadores sugerem que as organizações comunitárias locais, como condomínios e instituições de caridade, organizem grupos de caminhada com os animais da vizinhança. “As intervenções de atividades físicas geralmente tentam estimular as pessoas a serem mais ativas, focando nos benefícios que elas terão. Mas caminhar com o cão é benéfico para o animal. Ser levado por algo além das nossas próprias necessidades, pode realmente ser um motivador potente, e precisamos encontrar meios de inserir esse tipo de abordagem nas intervenções de atividades físicas”, conclui Jones.

Redução de remédio

Diminuir a quantidade de medicamentos ingeridos é um dos desafios de adultos e de quem chega à terceira idade. Um estudo da Universidade de Copenhague mostra que, no caso do diabetes tipo 2, o efeito redutor pode vir da prática de exercícios. Em experimento, os cientistas constataram que 73,5% dos voluntários  amenizaram as doses dos remédios tomados diariamente após 12 meses de atividades físicas.

Os participantes do estudo haviam sido diagnosticados há menos de 10 anos com a doença metabólica e foram divididos em dois grupos: 34 seguiram uma lista de cuidados padrões e 64 tiveram que mudar o estilo de vida, incluindo a prática de exercícios físicos. Todos receberam atendimento com aconselhamento individual e terapia médica padronizada.

Os integrantes do grupo de intervenção no estilo de vida tiveram que cumprir de cinco a seis sessões de treinamento aeróbico por semana, com duração de 30 a 60 minutos cada uma. Das sessões, de duas a três tinham que ser combinadas com treinamento de resistência. Esses participantes receberam ainda planos dietéticos para a redução do índice de massa corporal.

No fim do acompanhamento, a redução na ingestão de medicamentos ocorreu em 73,5% dos participantes do grupo de mudanças no estilo de vida e em 26,4% dos submetidos aos cuidados padrões, uma diferença de 47,1 pontos percentuais. “Pesquisas adicionais são necessárias para avaliar a superioridade, bem como generalização e durabilidade dos achados”, ressaltaram os autores do estudo, divulgado, nesta semana, no Journal of the American Medical Association (Jama).

A equipe destacou ainda que, embora a medicação seja eficaz em pacientes com diabetes tipo 2, ela também está associada a possíveis interações medicamentosas adversas, desconfortos, custos econômicos aumentados e menor qualidade de vida.

Fonte: Correio Brasiliense

Japão passa a vigiar corais por suspeita de pesca ilegal chinesa

Japão passa a vigiar corais por suspeita de pesca ilegal chinesa

O coral precioso, termo que engloba quase 30 espécies de coral, é muito apreciado há várias décadas em determinadas partes da Ásia para a produção de joias e outras peças

Tóquio, Japão – O Japão iniciou nesta quarta-feira (16/8) uma investigação sobre o coral precioso nas costas da ilha meridional de Kyushu, por suspeitas de que estaria sendo extraído ilegalmente por chineses para joalheria.

A Agência de Pesca vai coordenar a investigação sobre o estado do coral até o início de setembro, com o auxílio de uma câmera submarina.
O coral precioso, termo que engloba quase 30 espécies de coral, é muito apreciado há várias décadas em determinadas partes da Ásia para a produção de joias e outras peças.
A agência nipônica coordenou uma investigação similar em 2015 perto das ilhas de Ogasawara e em Okinawa, depois constatar o aumento do número de barcos chineses que pescavam coral em águas territoriais japonesas.
Para lutar contra a atividade ilegal, o governo japonês revisou em 2014 as leis sobre a pesca ilegal na Zona Econômica Exclusiva (ZEE) do país e triplicou o valor das multas máximas até 30 milhões de ienes (230.000 euros, 270 mil dólares).
O Japão prendeu em julho um capitão chinês perto da costa de Nagasaki por violação da lei de pesca. Em seu barco, as autoridades encontraram coral precioso.

Fonte: Correio Brasiliense

A realidade da exploração de abelhas

A realidade da exploração de abelhas

Apicultores usam fumaça e gás para manipular as colônias de abelhas, o que já é uma forma de controlar as abelhas, ou seja, afastá-las do curso natural de suas vidas. Em casos em que as abelhas são contaminadas por parasitas, não é raro os apicultores fumigarem e queimarem toda a colmeia, que costuma ter de 30 a 60 mil abelhas, matando inclusive abelhas saudáveis.

Então alguém pode dizer: “Mas imagine o trabalho de separar as saudáveis das que não são.” Bom, basta não explorarmos as abelhas. Afinal, mel não é uma necessidade básica dos seres humanos. Outro ponto a se considerar é que onde o frio é muito rigoroso, se os apicultores considerarem muito caro manter as abelhas vivas, eles destroem as colmeias usando cianeto.

Para as abelhas produzirem naturalmente 450 gramas de mel, elas têm que visitar pelo menos dois milhões de flores. Por isso, cada abelha fabrica em média apenas cinco gramas de mel por ano.

Fonte: David Arioch

Embalagem vegana criada por casal brasileiro substitui plástico filme e papel alumínio

Embalagem vegana criada por casal brasileiro substitui plástico filme e papel alumínio

Um produto ecológico, fabricado com matérias-primas biodegradáveis, começou a ser vendido no Brasil em julho. O Keep Embalagens Ecológicas foi desenvolvido pelo casal Lucas Bastos e Carla Enero, moradores de Joinville (SC), para ser usado como substituto ao plástico filme (ou PVC) e ao papel alumínio no armazenamento de alimentos. Ele é feito de tecido 100% algodão, mel ou cera de carnaúba (na versão vegana) e resina de árvore. Reutilizável, pode durar até um ano.

Entre os variados usos do Keep já testados pelo casal, e por quem adquiriu o produto, estão o acondicionamento de pratos, pedaços de frutas ou legumes que sobram das receitas; de sanduíches ou lanches para levar à escola ou ao trabalho, de pães frescos, entre outros. Ele serve até mesmo para embalar barras de sabonete usados em viagem. O Keep pode ainda substituir as embalagens descartáveis na pesagem de produtos a granel.

Os responsáveis pelo desenvolvimento do produto explicam que se inspiraram em uma embalagem similar conhecida na Austrália, país onde moraram no ano de 2015. “Eu gostei tanto da ideia que decidi tentar produzir um para usarmos na nossa casa quando voltamos ao Brasil. Depois de tantas tentativas, adaptações, erros e acertos, o produto ficou tão bom que pensamos em fazer dele um negócio e dar acesso a esse utensílio tão maravilhoso para mais pessoas”, conta Carla.

Além de durar vários reusos, o Keep também ajuda na conservação dos alimentos. A fina película que envolve o algodão é respirável, mantendo o alimento hidratado dentro da embalagem. “Isso permite que o alimento respire e troque o ar com o ambiente externo, o que é ótimo para conservação. Basta observar a lógica da natureza das cascas de frutas, cascas de ovos e até mesmo da nossa pele. E falando em conservação, lembramos que a cera de abelha tem propriedades antibacterianas, o que ajuda a preservar por mais tempo os alimentos”, explica Lucas.

Junto a essas vantagens, o produto é confeccionado em diversos modelos de estampas coloridas, decorativas e que dão um ar mais alegre na cozinha ou geladeira. Também possui um aroma agradável, fruto das matérias-primas usadas na sua fabricação. A higienização para reuso é muito simples: basta limpar suavemente com um pano úmido e deixar secar à sombra. Quando não puder mais ser reutilizado, pode ser descartado sem culpa na lixeira ou destinado à compostagem.

Apesar de todas essas vantagens, para Carla e Lucas, o principal benefício do Keep é a possibilidade de substituir o uso de plásticos, que vêm se tornando um problema sério para o meio ambiente a cada ano. Mesmo sendo recicláveis, o plástico PVC ou papel alumínio são poucos reaproveitados. Estudo publicado por cientistas norte-americanos revela que mais de 70% da produção total de plásticos no mundo vão parar em esgotos, em ambientes a céu aberto ou acabam poluindo rios e oceanos.

“O Keep faz parte de um movimento internacional chamado Beeswax Food Wrap Movement, que está ajudando a reduzir a quantidade de plástico descartado no nosso planeta, sendo utilizado já em muitos países. Ao desenvolver a ideia no Brasil, queremos que o produto possa contribuir com a redução do impacto do plástico no nosso país”, afirma Carla.

Onde comprar:

O produto é fabricado nos tamanhos P (18x20cm), M (25×28 cm), G (33x35cm) e XG (38x47cm). Podem ser vendidos separadamente ou em kits com três unidades. Os preços variam de R$ 14,90 a R$ 75 (valor do kit com três unidades do tamanho G), sem valor de frete incluído. Inicialmente, as vendas estão sendo feitas pela página da marca no Facebook e no Mercado Livre. São aceitos pedidos de todo país.

Via Ciclovivo e Eco D
http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2017/posts/embalagem-vegana-criada-por-casal-brasileiro?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Henri Castelli leva multa ao posar com peixe ameaçado de extinção

Henri Castelli leva multa ao posar com peixe ameaçado de extinção

Após polêmica, ator apagou o post das redes sociais

Rio – Henri Castelli publicou recentemente em seu Instagram uma foto que rendeu muita polêmica. Na imagem, o ator posa com um peixe gigante chamado mero, uma espécie ameaçada de extinção e que tem a pesca proibida em todo o território brasileiro até 2023.

“Pra depois ninguém falar que é papo fiado. Taí a prova do dia!!”, escreveu o ator na legenda da imagem. Ele ainda usou a hashtag “vida de pescador não é fácil”. “Matou um animal em extinção!!! Parabéns!”, escreveu uma seguidora.

O peixe assassinado pelo ator é um mero, espécie que pode chegar a 400 quilos e viver até os 40 anos. Por seu porte, o mero é visto como um troféu entre os praticantes de caça submarina. A pesca desse tipo de peixe está proibida em todo o Brasil até 2023 porque ele está em extinção.

Após a péssima repercussão, Henri Castelli apagou a foto. No entanto, vários perfis salvaram a imagem, que se espalhou em grupos ambientalistas. Um mero pode chegar a medir três metros, pesar 400 quilos e viver até 40 anos.

De acordo com o Ibama, o ator será penalizado com uma multa fixada em R$ 5 mil por se tratar de um animal em extinção.

Fonte: O dia
Foto divulgação – Vista-se

George Guimarães no Capitólio dos EUA representando o ativismo brasileiro

George Guimarães no Capitólio dos EUA representando o ativismo brasileiro

O Capitólio dos Estados Unidos é um dos lugares mais poderosos do país. Dentro de suas câmaras, as leis são escritas, debatidas e promulgadas. O magnífico edifício de estilo neoclássico do século XVIII fica em Capitol Hill e é a sede do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.

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Nessa segunda-feira,(07/08) George Guimarães, presidente da ONG VEDDAS,  passou o dia todo no Congresso dos EUA (Capitólio) para conversar sobre diversos projetos de lei em andamento nas duas casas (na Câmara e no Senado).

O grupo de 20 ativistas e duas advogadas dividiu-se em pares assim foi possível em um único dia conversar com quase 5% dos parlamentares ou seus assessores. Foram 6 os PLs cujas preocupações e considerações foram levadas a eles, abordando temas que vão desde a proibição do finning em tubarões à inclusão de animais domésticos como tendo direito a serem tutelados pelas mulheres no caso de um abuso doméstico por parte de seus maridos que leve à separação do casal.

George Guimarães também conversou bastante sobre o PL que visa proibir no país todos os testes em animais para fins cosméticos.

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Os ativistas  conseguiram reuniões com até quatro assessores na mesma sala uma vez que cada um deles era o responsável por temas de diferentes comissões os PLs estavam tramitando.

“Foi muito enriquecedor ter participado desse contato com os parlamentares nos EUA (que tem entre eles um deputado vegano a quem conheci há 5 anos, mas não encontrei dessa vez) e perceber as diferenças mas também muitas semelhanças com o que fazemos em termos de lobby parlamentar no Brasil.”  – George Guimarães

Fonte: George Guimarães