Golfinho confinado no SeaWorld está prestes a dar à luz

Golfinho confinado no SeaWorld está prestes a dar à luz

O golfinho fêmea explorado no parque aquático AquaWare do SeaWorld em Orlando, Flórida (EUA), está grávida e deve dar à luz a qualquer momento.

O golfinho fêmea explorado no parque aquático AquaWare do SeaWorld em Orlando, Flórida (EUA), está grávida e deve dar à luz a qualquer momento.

Esta é uma notícia espantosa, considerando que o parque disse que os quatro golfinhos de Commerson que vivem no local seriam os últimos abusados pela companhia e que Ringer estava recebendo contraceptivos.

Em 1983, doze destes golfinhos (os preto-e-branco que se assemelham a orcas pequenas) foram capturados no oceano para servirem como entretenimento no SeaWorld.

Metade do grupo morreu em apenas um ano. O parque teve dificuldades em criar mais animais porque considerou que não havia “variedade genética suficiente”.

Ringer esteve grávida pelo menos duas vezes no SeaWorld e seus dois bebês morreram. Um dos filhotes era de seu próprio pai e há uma boa chance de que este seja consanguíneo também.

O SeaWorld não anunciou quem é o pai dos três golfinhos que vivem com Ringer. Um deles é seu pai e outro é seu meio-irmão.

Em 2016, a empresa colocou todos os golfinhos de Commerson juntos no Aquatica e o golfinho Betsy morreu logo após a transferência.

Como três dos quatro golfinhos restantes estavam intimamente relacionados, a empresa disse que eles seriam os últimos explorados.

Porém, se o bebê de Ringer sobreviver, ele terá que suportar uma vida inteira em cativeiro e pode passar anos sozinho após o falecimento da mãe, de 16 anos, e dos companheiros mais velhos.

De maneira inacreditável, o SeaWorld tem alegado que “acidentes acontecem” em relação à gravidez de Ringer, informa a PETA.

Além disso, um porta-voz admitiu que uma gravidez não planejada de orcas é uma possibilidade, sendo que o parque anunciou anteriormente que encerraria seu programa de reprodução de orcas.

Não haverá um fim definitivo para o sofrimento dos animais nos parques do SeaWorld ou em qualquer instalação semelhante até que todos sejam transferidos para santuários nos oceanos.

Na natureza, os golfinhos não precisam passar por controle de natalidade. Eles formam famílias quando estão prontos e escolhem seus parceiros. Os mamíferos criam seus bebês e os ensinam a mergulhar, saltar e brincar.

Forçar outro golfinho a suportar uma vida miserável nadando em círculos em um tanque minúsculo é extremamente cruel. Por isso, todas as pessoas devem parar de financiar esse abuso.

Fonte: ANDA

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