Orca órfã exibe feridas profundas decorrentes do estresse no Seaworld

Orca órfã exibe feridas profundas decorrentes do estresse no Seaworld

Nas imagens, é possível ver seu corpo coberto com marcas profundas, ferimentos provocados pelos dentes de outras orcas mantidas em cativeiro no parque.

As lutas entre orcas confinadas e frustradas são relativamente comuns, pois os animais estressados são muitas vezes incompatíveis e e vivem em recintos estéreis e apertados.

Porém, John Hargrove – ex-treinador do SeaWorld que se tornou um defensor das orcas – explica que sempre que uma jovem orca do sexo masculino em cativeiro é separada da mãe, ela é muitas vezes vítima de outros machos aprisionados no mesmo local.

Por isso, muitas vezes ela prefere ficar isolada ao invés de ficar com sua própria espécie devido ao medo de sofrer ataques. De acordo com uma testemunha, Makani chegou ao ponto de sair da água para fugir das agressões.

A órfã sofreu ataques de outras orcas

Na natureza, Makani ficaria ao lado da mãe durante décadas. Grupos familiares consistem em uma mãe, seus filhos e filhas adultas e seus descendentes. Os membros do grupo se comunicam por meio de um dialeto específico.

O SeaWorld sabia que Kasatka sofria de uma infecção bacteriana no pulmão há pelo menos três anos quando a inseminou artificialmente mais uma vez em 2011 e a obrigou a ter Makani, seu quarto filhote explorado no parque.

Um vídeo feito em 2016 mostra como Makani ainda era extremamente dependente da mãe.

A fonte da PETA, chamada de “Chelsy S.”, é uma estudante de biologia marinha que foi detida pelo SeaWorld San Diego ao documentar a saúde ruim de Kasatka. Ela também fez uma filmagem de orcas que parecem lutar umas com as outras em um minúsculo tanque de concreto em Maio deste ano.

“Agora que Kasatka se foi, temo pela vida de Makani. Ainda que ela estivesse viva, era a mais agredida [orca] no parque. Eu o chamo de ‘Frankenstein’ porque ele está tão mutilado. Só posso imaginar o que irá acontecer agora que ela se foi. … Nunca perdoarei o SeaWorld pelo que fizeram”, disse Chelsy.

Fonte: Anda

Anúncios
Milhares de macacos aprisionados em fazendas são destinados a uma vida de tortura em laboratórios

Milhares de macacos aprisionados em fazendas são destinados a uma vida de tortura em laboratórios

A macaca estava amamentando seu bebê quando um homem a agarrou, prendendo seus braços atrás das costas e erguendo-a do chão. O bebê gritou e colocou os braços ao redor da mãe, lutando para segurá-la

Sem usar os braços, tudo o que a mãe podia fazer era olhar para o filhote e apertar seu rabo com os dois pés. Em 2011, a fotojornalista Jo-Anne McArthur testemunhou esta cena enquanto visitava uma fazenda de macacos no Laos, onde milhares de macacos são criados para serem vendidos para instalações de pesquisa científica em todo o mundo.

Bebê macaco tenta se agarrar à mãe

McArthur e o diretor de cinema Karol Orzechowski tiveram acesso à instalação ao fingirem ser compradores. Ambos visitaram três fazendas diferentes de macacos no Laos e todas tinham um fato triste em comum: os macacos eram mantidos em condições horríveis.

“Esses animais estão basicamente apenas sendo mantidos vivos. Eles não estão recebendo muita comida e existe uma hierarquia em cada jaula. Os macacos mais velhos recebem todo o alimento e os mais jovens são deixados para lutar e se defender. Há muita fome nessas jaulas”, disse.

Os animais não apenas são mantidos famintos, como suas jaulas são sujas e os funcionários nem sempre removem os corpos daqueles que morreram.

“Eles ficam de pé sobre a urina e as fezes e os corpos de alguns de seus companheiros de jaulas. Alguns deles são muito jovens e arranham o chão para ter comida. Você nota animais com ferimentos – rostos sangrando, cegueira”, acrescentou.

McArthur percebeu o pavor no rosto de cada animal. Entretanto, ela nunca esquecerá o pânico no rosto do bebê macaco quando o homem ergueu sua mãe. “Ele [o homem] estava literalmente nos exibindo seu ‘produto’. Ele abriu a boca para mostrar que seus dentes eram bons e fez o mesmo com os olhos dela. Quando ele a pegou, o bebê agarrou a mãe. Foi de partir o coração. O bebê tinha uma expressão clara de terror”, disse McArthur.

Embora as condições de vida nessas fazendas sejam horríveis, o que aguarda os macacos pode ser muito pior.
Os laboratórios de testes e as universidades compram rotineiramente os animais de locais de reprodução no exterior, disse Sarah Kite, diretora de projetos especiais da Cruelty Free International, ao The Dodo.

Embora muitas espécies de primatas diferentes sejam abusadas em pesquisas, os macacos são os mais comercializados para fins científicos.

Macaco lamenta morte de amigo em fazenda

O maior exportador de macacos é a China – em 2015, os comerciantes chineses exportaram mais de 11 mil macacos para os EUA, de acordo com Kite. Mas outros países como Maurício, Camboja, Vietnã e Laos também fornecem milhares de macacos anualmente.

Se muitos macacos são criados em instalações como as visitadas por McArthur, outros são capturados na natureza, embora as nações exportadoras frequentemente neguem que isso ocorre, explica Kite. Nos laboratórios, os macacos são torturados em todos os tipos de experimentos: de toxicidade, de transplante de órgãos, de doenças infecciosas e estudos de Ebola – que muitas vezes resultam em morte.

Theodora Capaldo, diretora executiva da New England Anti-Vivisection Society (NEAVS ), disse ao The Dodo: “Por exemplo, os primatas serão usados em testes de toxicidade nos quais os animais recebem altas doses de um novo produto químico ou de um novo produto até que 50% deles morram. Ou uma máscara de oxigênio de avião será colocada em suas cabeças e eles deverão inalar substâncias tóxicas. Eles serão mortos e seus pulmões serão examinados”.

Os primatas também são rotineiramente usados em pesquisas de psicologia, como estudos de privação materna e de ansiedade, explicou Capaldo. “Os bebês são arrancados de suas mães o tempo inteiro para esse tipo de pesquisa e isso é horrível, tanto para as mães como para os bebês”, afirmou.

Se os animais não são mortos durante os testes, eles são assassinados pouco tempo depois. Embora os grupos de resgate às vezes consigam salvar animais usados em pesquisas, Capaldo destaca que esses animais são rapidamente substituídos nos laboratórios – depois que um grupo é sacrificado, outro chega. “Um número afortunado pode chegar ao santuário, mas não há como provicendiar um santuário para os milhares de macacos que são usados atualmente nos laboratórios dos EUA”, disse.

Macacos apavorados em fazenda

Não apenas os processos de teste são traumáticos, mas as condições em que os animais são mantidos dentro dos laboratórios são extremamente estressantes. “Primatas são animais extremamente sociais. Na realidade, sua sobrevivência na natureza depende do grupo. No entanto, os macacos são rotineiramente mantidos separadamente para a conveniência de um laboratório”, explicou.

A existência isolada dentro das jaulas os deixa loucos e, muitas vezes, eles exibem comportamentos estereotipados.
“Você irá observá-los se mordendo e tendo outros comportamentos de autoflagelação. Você os verá mordendo as barras até quebrarem os próprios dentes”, contou Capaldo.

Apesar disso, os macacos ainda são alguns dos animais mais usados em pesquisas devido ao baixo custo e ao tamanho deles, considerado ideal para os procedimentos.

Primatas de qualquer tipo também são preferidos devido às suas semelhanças biológicas com humanos. Além do problema ético, Capaldo ressalta que testes envolvendo macacos – ou qualquer animal não humano – não são confiáveis e não podem ser usados para ajudar as pessoas.

Em 2015, os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) anunciaram que já não era preciso usar chimpanzés em pesquisas biomédicas e transferiram 50 chimpanzés para santuários. Por isso, Capaldo luta para compreender por que outros primatas ainda são torturados.

Ela quer o fim de todas as pesquisas com animais, incluindo cães, gatos, porcos, coelhos e ratos. “A pesquisa animal é, na melhor das hipóteses, um modelo pobre. É sempre um modelo defeituoso e regularmente é um modelo perigoso, e nenhum pesquisador negaria isso”, disse.

Depois de visitar as fazendas de macacos no Laos, McArthur publicou suas fotografias e Orzechowski passou a produzir “Maximum Tolerated Dose, um documentário que mostra a crueldade dos testes em animais.

A dupla também trabalhou com a Cruelty Free International para fornecer informações à Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (CITES) com o intuito de acabar com a exportação de macacos do Laos.

Macaco é torturado em laboratório de pesquisa

“Em 2016, a CITES recomendou que todos os membros do país suspendessem o comércio de macacos de cauda longa do Laos. Este movimento impediu o Laos de exportar esses macacos para pesquisas”, disse Kite.

Duas das três instalações de reprodução de macacos visitadas por McArthur fecharam, explicou a fotógrafa, mas inúmeras outras ainda estão em funcionamento. Ela permanece otimista e espera que seu trabalho mostre como é a vida desses animais.

“Muitas vezes pensamos em animais de laboratório dentro do laboratório, mas como era a vida deles antes desse período? Estes são retratos de suas vidas anteriores – é daí que eles vieram, é aí que foram criados. Alguns desses animais também são capturados com selvageria, o que é ainda pior. Eles conheciam a liberdade. Conheciam árvores e familiares e escolhas e então foram colocados nesses buracos infernais”, destaca.

“A vida desses animais é completamente dissociada dos produtos que usamos e é por isso que faço essas imagens para realizar a conexão entre A e B. Vale a pena considerar suas vidas”, concluiu.

Fonte: Anda

Bebê elefante se desespera ao testemunhar a morte da mãe baleada por caçador

Bebê elefante se desespera ao testemunhar a morte da mãe baleada por caçador

A elefanta foi descoberta com múltiplas feridas de bala numa plantação de óleo de palma próxima à Reserva Florestal de Malua, na região de Sabah, na Malásia.

A raiva e a impotência dos trabalhadores incapazes de salvar o animal ferido são notadas nos diálogos ouvidos no vídeo. Eles expressaram desgosto em relação a quem atirou na elefanta e mostraram preocupação com seu bebê, cujos gritos podiam ser ouvidos a distância.

Quando um homem questiona a origem dos sons desoladores, uma mulher responde: “Foi embora, provavelmente não quer ser incomodado pelos humanos. Que pena”.

O Sabah Wildlife Deparment está investigando o caso.  Os elefantes pigmeus – que recebem seus apelidos de “rosto de bebê” por causa de seus olhos dóceis – são classificados como ameaçados pela CITES, mas isso não impede que sejam mortos por caçadores.

O ministro da Cultura de Sabah, Datuk Masidi Manjun, declarou à imprensa local: “Uma elefanta icônica foi assassinada por uma razão que desconhecemos. É triste porque é como se nosso povo ainda não compreendesse nossa necessidade de proteger o elefante pigmeu em Sabah”.

O Borneo Today reportou que fontes acreditavam que a elefanta foi baleada por caçadores antes de correr para a plantação para morrer, revela o Express.

Uma fonte afirmou: “Eles também não previram que a elefanta fugisse, mas, mesmo que falecesse no local, teriam ficado desapontados porque as presas femininas são mais curtas”.

Existem apenas 1600 elefantes pigmeus na natureza

As imagens, que mostram a mãe elefanta se contorcendo de dor devido aos ferimentos, são acompanhadas de uma legenda apelando pelo fim dos assassinatos dos animais.

A legenda diz: “Compartilhem isso amplamente. Acabem com a matança de nossos elefantes. Eles são o orgulho de Sabah. Os elefantes são mortos em Sabah pelo comércio de marfim e durante conflitos. Nesse ritmo, nossos elefantes não sobreviverão e terão o mesmo destino do nosso rinoceronte de Sumatra. Precisamos que todos se mobilizem em Sabah e ajudem a acabar com os assassinatos”.

O texto menciona o envenenamento de 14 elefantes pigmeus há quatro anos e a morte do mundialmente famoso Sabre na véspera do Ano Novo  de 2016.

Sabre, que ficou mundialmente famoso devido às suas presas de formato singular, foi baleado logo após ser salvo de uma plantação. Ele tinha sido equipado com uma coleira de transmissão de rádio que foi encontrada perto dos restos de seu crânio.

Outro elefante pigmeu foi morto no mesmo mês. Na época, Benoit Goossens, diretor do Danau Girangt Field Center, descreveu como Sabre foi libertado em uma reserva onde se imagina que ele estaria seguro.

“Estávamos obviamente errados. Dentro de um mês, Sabre e outro grande macho foram mortos por caçadores de marfim. Ambos os cadáveres foram encontrados a 1.500  metros um do outro, embora os assassinatos não tenham ocorrido simultaneamente. Acredito que este é o trabalho de um caçador e comerciante profissional”, disse.

Fonte:Anda

 

Vigias atingidos por caçadores no Parque Serra da Capivara estavam desarmados

Vigias atingidos por caçadores no Parque Serra da Capivara estavam desarmados

Homens trabalhavam para empresa terceirizada contratada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Órgão alega que contrato de vigilância prevê armamento em alguns setores do parque.

Os funcionários do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) que foram atingidos nesta sexta-feira (18) por tiros disparados por caçadores estavam desarmados. De acordo com o fotógrafo, André Pessoa, que mora na região o porte de arma foi retirado dos funcionários. O ICMBio informou que os funcionários trabalhavam apenas como vigias e não como guardas-parque.

André Pessoa, fotógrafo que mora e trabalha na região do parque nacional, explicou que houve uma mudança na situação dos profissionais que trabalham no espaço pelo ICMBio. “Eles tiraram o porte de arma dos vigilantes e o colete”, afirmou o fotógrafo. No conflito 3 guardas foram atingidos por disparos de caçadores na cidade de João Costa, cidade que divide o parque com São Raimundo Nonato.

“Os vigilantes estavam indo verificar uma guarita que fica no município de João Costa quando foram interceptados por caçadores, que atiraram neles e atingiram 3 guarda parques”, comentou André Pessoa. Um dos homens atingidos morreu em São João do Piauí e o corpo foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) em Picos. Os outros atingidos estão internados em São Raimundo Nonato.

Por nota o ICMBio informou que lamenta profundamente o falecimento de Edilson Aparecido da Costa Silva, vigia contratado da empresa que presta serviços no Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí. O ICMBio confirmou que os vigias foram surpreendidos por um ataque de caçadores dentro do Parque.

Sobre os vigias trabalharem desarmados o ICMBio informou que possui contratos de vigilância diurna e noturna, para as sedes da Unidade e para as guaritas de entrada do Parque. “Nas localidades que requerem equipamentos de armamento, o serviço de vigilância foi contratado desta forma, e nas demais não”, disse a nota do ICMBio. O órgão disse ainda que os outros dois vigias feridos estão sendo atendidos e, segundo informações médicas, estão fora de risco.

“O ICMBio informa que acionou a Polícia Federal que já está apurando o incidente juntamente com a Polícia Civil do Estado do Piauí. Tanto o ICMBio quanto a empresa Thor estão tomando providências no sentido de prestar apoio aos funcionários e suas famílias, e estão colaborando com as autoridades policiais no esclarecimento dos fatos”, finaliza a nota.

Via: G1

PL prevê multa de até R$ 20 mil para quem abandonar animais

PL prevê multa de até R$ 20 mil para quem abandonar animais

Um Projeto de Lei de Blumenau (SC) altera o trecho sobre abandono de animais do Código de Proteção e Bem-Estar Animal do município. A mudança propõe multa de até R$ 20 mil para a infração, que passa a ser considerada gravíssima. O vereador Bruno Cunha (PSB), ativista dos Direitos Animais, é autor da matéria.

O parlamentar pretende adiantar a aprovação do texto para que a lei já esteja em vigor no fim do ano, período em que um alto número de animais é abandonado. Outra proposta do mesmo vereador é a implantação definitiva de microchips em animais, ação que ajudaria a identificar responsáveis por abandonos e outros maus-tratos para a aplicação de multa, cujo valor seria revertido a um fundo de proteção animal.

Fonte:Anda

Aumento do uso de pesticidas prejudica invertebrados marinhos ameaçados

Aumento do uso de pesticidas prejudica invertebrados marinhos ameaçados

Uma nova análise publicada pelos pesquisadores do Geological Survey dos EUA descobriu que as concentrações de pesticidas eram altas a ponto de prejudicar os invertebrados aquáticos ameaçados em mais da metade dos 100 rios estudados em Midewest e Great Plains, nos EUA

A pesquisa, publicada na revista Science of the Total Environment, localizou uma média de 54 pesticidas em cada rio em áreas agrícolas e urbanas, enfatizando a crescente contaminação das vias navegáveis ​​gerada pelo aumento do uso dessas substâncias pelo país, aponta o Ecowatch.

Libélula ameaçada

“Este estudo expõe os danos ocultos do nosso crescente vício em pesticidas. Quando observamos pesticidas provocando esse tipo de dano generalizado aos animais aquáticos, podemos ter certeza de efeitos perigosos em cascata em toda a cadeia da vida, inclusive nos humanos”, disse Nathan Donley, cientista sênior do Centro de Diversidade Biológica.

A análise de 228 compostos dessas substâncias em 100 rios durante um período de 14 semanas em 2013 registrou as misturas mais complexas de pesticidas já vistas em amostras de águas norte-americanas. As vias navegáveis ​​incluídas no documento estão em Michigan, Ohio, Indiana, Illinois, Wisconsin, Missouri, Iowa, Minnesota, Kansas, Nebraska e South Dakota.

Foi revelado que as concentrações e ocorrências de alguns pesticidas, incluindo o glifosato – o ingrediente ativo no Roundup-imidacloprid e 2,4-D, eram maiores em cursos de água urbanos do que em propriedades agrícolas.

“A descoberta de que muitos destes pesticidas prevalecem mais nas vias navegáveis urbanas do que nos rios rurais mostra os riscos crescentes de despejar milhões de quilos de produtos químicos no ambiente a cada ano. Não podemos continuar fingindo que é seguro espalhar mais e mais venenos em nossos campos, jardins e vias navegáveis”, afirmou Donley.

A análise foi divulgada no momento em que um tribunal federal na Califórnia analisa uma ação judicial feita por grupos de proteção ambiente, incluindo o Centro de Diversidade Biológica, que pede medidas de senso comum para impedir que pesticidas perigosos prejudiquem espécies ameaçadas de extinção, como condores da Califórnia, sapos arroyo, morcegos de Indiana, entre outros.

As avaliações da Agência de Proteção Ambiental dos EUA mostram que os pesticidas representam um risco à vida selvagem ameaçada.

O estudo é a primeira de cinco avaliações regionais de cientistas da Geological Survey dos Estados Unidos sobre a poluição de pesticidas em rios. As outras regiões são o Sudeste, o Noroeste do Pacífico, o Nordeste e a Califórnia.

Fonte: Anda

Animais sequestrados em zoo da Venezuela podem ter virado comida

Animais sequestrados em zoo da Venezuela podem ter virado comida

Dados passados pela diretoria do Zoológico Metropolitano de Zulia informam que os desaparecimentos estão ocorrendo há pelo menos um mês e na lista dos animais sequestrados estão antas raras, caititus e um javali que foi encontrado mutilado.

O local também foi alvo de saques e atos de vandalismo. Enclausurados e indefesos, os animais sobreviventes convivem com o perigo diariamente.

O país enfrenta uma grave crise econômica e já foram registrados assassinatos de cães, gatos e aves para consumo humano.

A falta de alimento e recursos deixou zoos e abrigos sem comida para os animais. Apenas no zoo de Caracas, aproximadamente 50 animais morreram de fome desde 2016, segundo denúncia de um líder sindical à agência Reuters.

Acredita-se que atualmente o país sofra uma verdadeiro holocausto animal devido a situação de completo abandono e precariedade das condições de vida da população.

Em 2016 a ANDA publicou uma matéria trazendo dados alarmantes de abandono de animais domésticos na Venezuela. ONGs internacionais tentaram oferecer ajuda mas foram impedida por autoridades do país. A ONG Rede de Apoio Canino denuncia que canis municipais assassinaram milhões de cães e gatos. Segundo a instituição, como não há anestesias, o sacrifício é feito de forma brutal e violenta. “Os animais são os seres mais afetados pela crise no país, pois não podem falar nem unir forças para se defender”, lamenta Mariant Lameda, porta-voz da ONG.

Fonte: Anda