Furacão Irma: orca Lolita é abandonada no Seaquarium

Furacão Irma: orca Lolita é abandonada no Seaquarium

Sozinha, a orca corre risco de sofrer lesões e ser vítima de contaminação

Com a notícia da chegada do furacão Irma ao Sul dos Estados Unidos, autoridades fizeram uma série de alertas preventivos para a evacuação dos locais que seriam os primeiros a serem atingidos.

Muitas campanhas foram realizadas para que as famílias procurassem um abrigo e que de forma alguma seus animais domésticos fossem deixados para trás sob ameaça de processo criminal.

No entanto, a responsabilidade exigida da população não foi cumprida por empreendimentos que exploram animais para entretenimento.

Após a notícia que o zoo de Miami decidiu não transferir a maior parte de seus animais, uma denúncia afirma que a orca Lolita foi deixada para atrás no Seaquarium, em Miami, Flórida (EUA).

Ativistas pelos direitos animais questionam a não aplicabilidade da lei a grandes empresas e ponderam se um estabelecimento que nem sequer se preocupa com a proteção básica à vida do animal possui direito de tutelá-lo.

O transporte de mamíferos marinhos é uma atividade comum. Apesar do estresse ao qual o animal submetido, aquários e parques aquáticos dispõem de equipamentos e profissionais especializados para realizá-los.

A negligência com a vida da orca a deixou vulnerável a uma série de riscos como lesões devido a intensidade do vento, traumas, estresses e contaminações.

Décadas de dor

Lolita foi capturada em 1970 após chegar próximo a costa de Washington (EUA). Jovem, ela foi vendida ao Seaquarium e vive aprisionada no local há quase 47 anos.

A orca ficou internacionalmente conhecida após ativistas utilizarem drones para filmarem as condições de maus-tratos ao qual o mamífero marinho era submetido.

Via:Anda

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Janot pede a Cármen Lúcia para suspender leis que regulam vaquejada

Janot pede a Cármen Lúcia para suspender leis que regulam vaquejada

Rodrigo Janot, Procurador Geral da República, pediu na última quarta-feira, 06 de Setembro, que o Supremo Tribunal Federal (STF) derrube a Emenda Constitucional que liberou a Vaquejada no Brasil. Janot considerou que ela é inconstitucional e que embora seja antiga e frequente em regiões do país, é incompatível com os preceitos constitucionais que proíbem tratamento cruel de animais.

 Após o STF julgar inconstitucional a lei que tinha como objetivo regulamentar a Vaquejada no Ceará, a Emenda Constitucional 96/2017, conhecida como a PEC da Vaquejada, tramitou sem discussão com a sociedade e foi aprovada. Com ela, vaquejadas e rodeios passariam a ser “patrimônio imaterial” do Brasil. Agora, as ações de inconstitucionalidade questionam esse enorme retrocesso.

Segundo Janot, não há como puxar cauda de boi nem derrubá-lo sem causar lesões e sofrimento. Nas suas palavras: “a crueldade intrínseca a determinada atividade não desaparece nem deixa de ser ética e juridicamente relevante pelo fato de uma norma jurídica a rotular como ‘manifestação cultural’”

O procurador também afirma na ação que “as quedas perseguidas no evento, além de evidente e intensa sensação dolorosa, podem causar traumatismos graves da coluna vertebral dos animais, causadores de patologias variadas, inclusive paralisia, e de outras partes do corpo, a exemplo de fraturas ósseas”.

Janot pede que o STF suspenda a validade da emenda antes mesmo de analisar o mérito, por meio de liminar. O processo, assinado na terça-feira (5/9), ainda não tem relator definido. 

Via: Foum Animal

Trinta mil ativistas marcham nas ruas de Tel Aviv pelos direitos animais

Trinta mil ativistas marcham nas ruas de Tel Aviv pelos direitos animais

O manifestantes seguravam cartazes com frases como “compaixão, justiça, veganismo!”

Milhares de manifestantes se reuniram no centro de Tel Aviv, em Israel, no último sábado (09) para protestar pelo fim da crueldade contra animais. O evento está sendo considerado o maior protesto a favor dos direitos animais da história do país.

Os participantes levavam cartazes com as frases “compaixão, justiça e veganismo!” e mensagens contra a o fim da produção de animais para consumo humano.

Shira Hertzanu, chefe de comunicação da ONG Anonymous for Animal Rights e organizadora do evento, explica que se esforçou para unir grupos de proteção animal e todo o trabalho empenhado foi direcionado no sentido de reunir um número recorde de participantes.

“Esta é a maior marcha pelos direitos animais da história. Estimamos a participação de 30 mil pessoas exigindo justiça e compaixão por todos os animais, sejam eles explorados pela indústria de alimentos como os selvagens e domésticos. Todas as pessoas que participaram são bondosas e que não querem que os animais sofram”, conta.

O protesto teve a maior participação na história do país. Crédito Facebook

Ela foi uma das autoras da petição Let the Animals de 2015 que exigiu a criação de leis mais rigorosas de proteção aos animais. A ativista afirma que os manifestantes têm demandas muito especificas para o governo em relação ao respeitos pelos animais e seu reconhecimento como detentores de direitos.

As principais pautas das ONGs e grupos abolicionistas do país são o fim da importação de animais para consumo humano e a proibição da venda de peles.

“Israel foi praticamente o primeiro país do mundo a proibir a exploração de animais por sua pele, mas essa lei foi revogada. Enquanto isso outros países já progrediram nessa questão e queremos progredir também. Não podemos tirar a pele de animais simplesmente para enfeitar roupas”, diz Hertzanu.

Hertzanu disse que uma terceira demanda é que as penalidades por crueldade animal sejam mais severas.

“Há leis para proteger os animais, mas elas não são cumpridas”, lamentou.

“Sejam animais como gatos e cachorros, ou animais na indústria de alimentos. Temos muitas pesquisas que mostram a crueldade nos matadouros, mas ninguém é punido. Vimos que as punições não são suficientes; elas não estão realmente impedindo que as pessoas cometam crueldades com animais “.

A última demanda dos manifestantes é que o governo amplie seu orçamento para a castração dos animais e institua uma política de não matar animais saudáveis nos abrigos.

Omri Paz, diretor executivo da Vegan Friendly Organization, ecoou as palavras de Hertzanu, e acrescentou que ele esperava que o protesto incentivasse as pessoas a pararem de comer carne e comprar produtos fabricados com couro e peles.

“Esperamos que, pelo menos por um dia, todo o país e toda a imprensa parem e deixem que sejam mostrados os problemas enfrentados pelos animais nas indústrias e todos os abusos que sofrem os cachorros, os gatos e todos os outros animais”, disse ele.

“A mensagem que queremos transmitir é a de que a decisão está em nossas mãos e nós temos a capacidade de mudar a realidade, não é necessário que a iniciativa parta do governo”, acrescentou Paz. “Tudo é possível, desde que as pessoas estejam mais conscientes do assunto”, conclui o ativista.

Por Laura Cruz

Via: Anda

Jóquei agride cavalo com soco durante evento hípico

Jóquei agride cavalo com soco durante evento hípico

Um cavalo foi covardemente agredido com um soco na cabeça durante um evento de hipismo na cidade de Tramore, no Sul da Irlanda. O ato de violência foi cometido pelo jóquei Davy Russell.

O animal foi maltratado diante de câmeras, do público e de outros competidores após não conseguir ultrapassar um obstáculo e ficar estanque.

Apesar da agressão, o atleta foi punido inicialmente apenas com uma advertência da instituição responsável pelo evento, a Turf Club, que considerou o episódio como lamentável e uma macha à reputação do esporte.

Ativistas pelo direitos animais e até simpatizantes do hipismo lideraram uma onda de indignação contra o ato de Russel e uma postagem em uma rede social denunciando o descaso com o maltrato animal foi compartilhada mais de 10 mil vezes.

ONGs como a Irish Society for the Prevention of Cruelty to Animals (ISPCA) e a Royal Society for the Prevention of Cruelty of Animals também se pronunciaram sobre o caso.

“A ISPCA está chocada. O que ele fez é completamente inaceitável,” afirmou o grupo. “Estamos desapontados com o fato de que o jóquei recebeu uma advertência, não por ter socado um cavalo, mas por ter prejudicado a reputação do esporte.”

Após uma forte pressão popular pedindo mais consciência e respeito pelos animais, o Turf Club revisou o caso e assumiu publicamente que apenas uma advertência não era uma punição satisfatória.

A instituição decidiu então suspender o jóquei por quatro dias. Porém, mesmo com a suspensão, as críticas continuaram porque a punição foi considerada branda.

Fonte: Anda

Universidade explora macacos torturados em experimentos cerebrais

Universidade explora macacos torturados em experimentos cerebrais

Infelizmente, os macacos acabaram no Departamento de Neurociências de Katholieke Universiteit Leuven e provavelmente serão torturados em  procedimentos similares.

Em Maio, o Max Planck Institute for Biological Cybernetics (MPI) encerrou sua cruel experimentação cerebral em macacos. Porém,  a localização e o estado dos animais sobreviventes permanecem desconhecidos, informa a Cruelty Free International, que se juntou a outras organizações de proteção animal para exigir maior transparência e informações sobre o destino dos primatas.

O apelo recebeu o apoio de Jane Goodall, especialista em primatas de renome internacional.

Sarah Kite, diretora de Projetos Especiais da Cruelty Free International, declarou: “É inaceitável que a localização e o destino desses macacos permaneçam em segredo. O MPI é um laboratório alemão e da União Europeia financiado com recursos públicos e pessoas na Alemanha e em toda a Europa ficaram chocadas com a maneira como os macacos foram tratados e o sofrimento que suportaram nas instalações. Acreditamos veementemente que o público tem o direito de saber o que aconteceu com esses macacos”.

Foto: Peta
Fonte: Anda

Orca órfã exibe feridas profundas decorrentes do estresse no Seaworld

Orca órfã exibe feridas profundas decorrentes do estresse no Seaworld

Nas imagens, é possível ver seu corpo coberto com marcas profundas, ferimentos provocados pelos dentes de outras orcas mantidas em cativeiro no parque.

As lutas entre orcas confinadas e frustradas são relativamente comuns, pois os animais estressados são muitas vezes incompatíveis e e vivem em recintos estéreis e apertados.

Porém, John Hargrove – ex-treinador do SeaWorld que se tornou um defensor das orcas – explica que sempre que uma jovem orca do sexo masculino em cativeiro é separada da mãe, ela é muitas vezes vítima de outros machos aprisionados no mesmo local.

Por isso, muitas vezes ela prefere ficar isolada ao invés de ficar com sua própria espécie devido ao medo de sofrer ataques. De acordo com uma testemunha, Makani chegou ao ponto de sair da água para fugir das agressões.

A órfã sofreu ataques de outras orcas

Na natureza, Makani ficaria ao lado da mãe durante décadas. Grupos familiares consistem em uma mãe, seus filhos e filhas adultas e seus descendentes. Os membros do grupo se comunicam por meio de um dialeto específico.

O SeaWorld sabia que Kasatka sofria de uma infecção bacteriana no pulmão há pelo menos três anos quando a inseminou artificialmente mais uma vez em 2011 e a obrigou a ter Makani, seu quarto filhote explorado no parque.

Um vídeo feito em 2016 mostra como Makani ainda era extremamente dependente da mãe.

A fonte da PETA, chamada de “Chelsy S.”, é uma estudante de biologia marinha que foi detida pelo SeaWorld San Diego ao documentar a saúde ruim de Kasatka. Ela também fez uma filmagem de orcas que parecem lutar umas com as outras em um minúsculo tanque de concreto em Maio deste ano.

“Agora que Kasatka se foi, temo pela vida de Makani. Ainda que ela estivesse viva, era a mais agredida [orca] no parque. Eu o chamo de ‘Frankenstein’ porque ele está tão mutilado. Só posso imaginar o que irá acontecer agora que ela se foi. … Nunca perdoarei o SeaWorld pelo que fizeram”, disse Chelsy.

Fonte: Anda

Milhares de macacos aprisionados em fazendas são destinados a uma vida de tortura em laboratórios

Milhares de macacos aprisionados em fazendas são destinados a uma vida de tortura em laboratórios

A macaca estava amamentando seu bebê quando um homem a agarrou, prendendo seus braços atrás das costas e erguendo-a do chão. O bebê gritou e colocou os braços ao redor da mãe, lutando para segurá-la

Sem usar os braços, tudo o que a mãe podia fazer era olhar para o filhote e apertar seu rabo com os dois pés. Em 2011, a fotojornalista Jo-Anne McArthur testemunhou esta cena enquanto visitava uma fazenda de macacos no Laos, onde milhares de macacos são criados para serem vendidos para instalações de pesquisa científica em todo o mundo.

Bebê macaco tenta se agarrar à mãe

McArthur e o diretor de cinema Karol Orzechowski tiveram acesso à instalação ao fingirem ser compradores. Ambos visitaram três fazendas diferentes de macacos no Laos e todas tinham um fato triste em comum: os macacos eram mantidos em condições horríveis.

“Esses animais estão basicamente apenas sendo mantidos vivos. Eles não estão recebendo muita comida e existe uma hierarquia em cada jaula. Os macacos mais velhos recebem todo o alimento e os mais jovens são deixados para lutar e se defender. Há muita fome nessas jaulas”, disse.

Os animais não apenas são mantidos famintos, como suas jaulas são sujas e os funcionários nem sempre removem os corpos daqueles que morreram.

“Eles ficam de pé sobre a urina e as fezes e os corpos de alguns de seus companheiros de jaulas. Alguns deles são muito jovens e arranham o chão para ter comida. Você nota animais com ferimentos – rostos sangrando, cegueira”, acrescentou.

McArthur percebeu o pavor no rosto de cada animal. Entretanto, ela nunca esquecerá o pânico no rosto do bebê macaco quando o homem ergueu sua mãe. “Ele [o homem] estava literalmente nos exibindo seu ‘produto’. Ele abriu a boca para mostrar que seus dentes eram bons e fez o mesmo com os olhos dela. Quando ele a pegou, o bebê agarrou a mãe. Foi de partir o coração. O bebê tinha uma expressão clara de terror”, disse McArthur.

Embora as condições de vida nessas fazendas sejam horríveis, o que aguarda os macacos pode ser muito pior.
Os laboratórios de testes e as universidades compram rotineiramente os animais de locais de reprodução no exterior, disse Sarah Kite, diretora de projetos especiais da Cruelty Free International, ao The Dodo.

Embora muitas espécies de primatas diferentes sejam abusadas em pesquisas, os macacos são os mais comercializados para fins científicos.

Macaco lamenta morte de amigo em fazenda

O maior exportador de macacos é a China – em 2015, os comerciantes chineses exportaram mais de 11 mil macacos para os EUA, de acordo com Kite. Mas outros países como Maurício, Camboja, Vietnã e Laos também fornecem milhares de macacos anualmente.

Se muitos macacos são criados em instalações como as visitadas por McArthur, outros são capturados na natureza, embora as nações exportadoras frequentemente neguem que isso ocorre, explica Kite. Nos laboratórios, os macacos são torturados em todos os tipos de experimentos: de toxicidade, de transplante de órgãos, de doenças infecciosas e estudos de Ebola – que muitas vezes resultam em morte.

Theodora Capaldo, diretora executiva da New England Anti-Vivisection Society (NEAVS ), disse ao The Dodo: “Por exemplo, os primatas serão usados em testes de toxicidade nos quais os animais recebem altas doses de um novo produto químico ou de um novo produto até que 50% deles morram. Ou uma máscara de oxigênio de avião será colocada em suas cabeças e eles deverão inalar substâncias tóxicas. Eles serão mortos e seus pulmões serão examinados”.

Os primatas também são rotineiramente usados em pesquisas de psicologia, como estudos de privação materna e de ansiedade, explicou Capaldo. “Os bebês são arrancados de suas mães o tempo inteiro para esse tipo de pesquisa e isso é horrível, tanto para as mães como para os bebês”, afirmou.

Se os animais não são mortos durante os testes, eles são assassinados pouco tempo depois. Embora os grupos de resgate às vezes consigam salvar animais usados em pesquisas, Capaldo destaca que esses animais são rapidamente substituídos nos laboratórios – depois que um grupo é sacrificado, outro chega. “Um número afortunado pode chegar ao santuário, mas não há como provicendiar um santuário para os milhares de macacos que são usados atualmente nos laboratórios dos EUA”, disse.

Macacos apavorados em fazenda

Não apenas os processos de teste são traumáticos, mas as condições em que os animais são mantidos dentro dos laboratórios são extremamente estressantes. “Primatas são animais extremamente sociais. Na realidade, sua sobrevivência na natureza depende do grupo. No entanto, os macacos são rotineiramente mantidos separadamente para a conveniência de um laboratório”, explicou.

A existência isolada dentro das jaulas os deixa loucos e, muitas vezes, eles exibem comportamentos estereotipados.
“Você irá observá-los se mordendo e tendo outros comportamentos de autoflagelação. Você os verá mordendo as barras até quebrarem os próprios dentes”, contou Capaldo.

Apesar disso, os macacos ainda são alguns dos animais mais usados em pesquisas devido ao baixo custo e ao tamanho deles, considerado ideal para os procedimentos.

Primatas de qualquer tipo também são preferidos devido às suas semelhanças biológicas com humanos. Além do problema ético, Capaldo ressalta que testes envolvendo macacos – ou qualquer animal não humano – não são confiáveis e não podem ser usados para ajudar as pessoas.

Em 2015, os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) anunciaram que já não era preciso usar chimpanzés em pesquisas biomédicas e transferiram 50 chimpanzés para santuários. Por isso, Capaldo luta para compreender por que outros primatas ainda são torturados.

Ela quer o fim de todas as pesquisas com animais, incluindo cães, gatos, porcos, coelhos e ratos. “A pesquisa animal é, na melhor das hipóteses, um modelo pobre. É sempre um modelo defeituoso e regularmente é um modelo perigoso, e nenhum pesquisador negaria isso”, disse.

Depois de visitar as fazendas de macacos no Laos, McArthur publicou suas fotografias e Orzechowski passou a produzir “Maximum Tolerated Dose, um documentário que mostra a crueldade dos testes em animais.

A dupla também trabalhou com a Cruelty Free International para fornecer informações à Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (CITES) com o intuito de acabar com a exportação de macacos do Laos.

Macaco é torturado em laboratório de pesquisa

“Em 2016, a CITES recomendou que todos os membros do país suspendessem o comércio de macacos de cauda longa do Laos. Este movimento impediu o Laos de exportar esses macacos para pesquisas”, disse Kite.

Duas das três instalações de reprodução de macacos visitadas por McArthur fecharam, explicou a fotógrafa, mas inúmeras outras ainda estão em funcionamento. Ela permanece otimista e espera que seu trabalho mostre como é a vida desses animais.

“Muitas vezes pensamos em animais de laboratório dentro do laboratório, mas como era a vida deles antes desse período? Estes são retratos de suas vidas anteriores – é daí que eles vieram, é aí que foram criados. Alguns desses animais também são capturados com selvageria, o que é ainda pior. Eles conheciam a liberdade. Conheciam árvores e familiares e escolhas e então foram colocados nesses buracos infernais”, destaca.

“A vida desses animais é completamente dissociada dos produtos que usamos e é por isso que faço essas imagens para realizar a conexão entre A e B. Vale a pena considerar suas vidas”, concluiu.

Fonte: Anda