Autor: Carol Stein

Espaguete  de abobrinha

Espaguete de abobrinha

Esta dica é muito prática e tem valores nutricionais elevados.

As massas tradicionais podem conter ovos, glúten e outros itens não permitidos em alguns tipos de dieta. | Foto: James/Flickr

Espaguete de abobrinha

O macarrão é um prato simples, prático e querido por quase todos. No entanto, as massas tradicionais podem conter ovos, glúten e outros itens não permitidos em alguns tipos de dieta. Para tornar esta receita mais saudável e nutritiva, uma das opções é substituir a massa tradicional pelo espaguete de abobrinha.

Esta dica é muito prática e tem valores nutricionais elevados, principalmente no teor de vitaminas A e C, potássio, proteínas e fibras.

Veja abaixo como preparar o espaguete de abobrinha com molho de tomate:

Ingredientes:

– 1 dente de alho ralado

– 1 abobrinha cortada em lâminas finas (como se fosse espaguete)

– 1/2 cebola pequena picada

– 1/2 xícara (chá) de polpa de tomate

– 1 tomate sem sementes picado

– Azeite de oliva extravirgem

– Sal a gosto

Foto/. Shelly in Real Life/Flickr

Como fazer:

Ao contrário do macarrão comum, o espaguete de abobrinha não precisa ser cozido. Corte o legume em tirinhas finas. Se preciso, use cortadores de legumes. Em uma frigideira doure o alho no azeite, desligue o fogo e acrescente a abobrinha já cortada, colocando sal a gosto.

Em uma panela, doure a cebola com um fio de azeite, acrescente a polpa de tomate e deixe ferver. Acrescente o tomate picado, o sal e mexa até que o molho engrosse. Feito isso, basta montar o prato.

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Brasília implementa horta pública para moradores de rua cultivarem alimentos e ervas medicinais

Brasília implementa horta pública para moradores de rua cultivarem alimentos e ervas medicinais

Já ouviu falar no projeto Equinócios: Atividades em Comunidade? Criado em Brasília, ele realiza uma série de atividades com moradores em situação de rua – como oficinas de agroecologia, fotografia, arte urbana circo e música.

A iniciativa é um sucesso por lá, mas segundo a equipe do projeto a queridinha dos sem-teto é a oficina de agroecologia. Isso porque, segundo eles, graças à produção orgânica, “temos hoje ervas medicinais, aromáticas e comestíveis para oferecer a essa população”.

A horta fica no Centro Pop, um centro público de especialização que atende a s em situação de rua em Brasília, e recebe ajuda financeira da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura desde 2014.

Mas, como os recursos estão em escassez, foi criada uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para dar continuidade às atividades com os moradores em situação de rua. Curte a ideia? Ajude-a!

Acesse:

⬇⬇⬇⬇

http://www.brasil.gov.br/observatoriocrack/cuidado/centro-pop.html

 

Contato

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social

Departamento de Proteção Social Especial

Coordenação Geral de Serviços Especializados a Famílias e Indivíduos

Telefone: (61) 2030-3743

Email: protecaosocialespecial@mds.gov.br

 

Exemplos de hábitos de higiene ambiental para fazer na cozinha

Exemplos de hábitos de higiene ambiental para fazer na cozinha

O principal hábito para manter a higiene dentro da cozinha é manter o local limpo e desinfetado

 

A higiene ambiental dentro da cozinha é fundamental para tornar o ambiente mais seguro e saudável para os alimentos e para as pessoas.

O conceito de higiene ambiental diz respeito a técnicas de higienização de ambientes para que eles se adéquem às condições sanitárias necessárias. Em outras palavras, este é um cuidado que garante que não haja prejuízo à saúde humana, já que ela impede a contaminação por bactérias, vírus, fungos e outros seres nocivos. Além disso, ela contribui para a redução dos riscos de transmissão de doenças por ar, água e solo.

Apesar de ser importante em todos os lugares, a higiene ambiental na cozinha merece atenção especial. Isso porque os hábitos de higiene neste local garantem que ele se torne mais seguro e saudável para os alimentos e, consequentemente, para as pessoas.

Exemplos de hábitos de higiene ambiental para a cozinha

Lavar legumes, verduras, vegetais e frutas

Para os alimentos folhosos, lave-os folha a folha em água corrente potável, além de retirar as partes estragadas e qualquer resíduo. Depois, tanto no caso dos folhosos quanto outros, emerja-os em uma solução clorada e, por fim, escorra as sujeiras que se soltarem e termine enxaguando bem com água corrente.

Separar o lixo

Utilize lixeiras com tampas, além disso, separe os resíduo organicos dos recicláveis e deposite-os nos lugares certos para a remoção.

Limpeza e desinfecção

A limpeza das bancadas e locais de preparo dos alimentos deve ser feita com atenção e, dependendo do caso, com produtos químicos específicos. Para começar, é preciso retirar toda a sujeira sobressalente — incluindo sobras, gorduras e poeira — e depois, para desinfetar, use detergente neutro e aplique uma solução clorada ou álcool sobre a superfície.

Proteção dos alimentos

Proteja os alimentos quando estiverem armazenados e quando estiverem no meio do processo de preparo. O melhor jeito de fazer isso é utilizando plástico filme para guardar os itens.

Atenção à validade dos alimentos

Sempre que possível, faça quantidades de comida suficientes apenas para as refeições do dia — ou, no máximo, para o dia seguinte. Isso porque os alimentos têm uma durabilidade limitada, especialmente depois de preparados, e o ideal é que eles sejam consumidos apenas algumas horas depois de prontos.

Contaminação cruzada

Usar os mesmos potes, panelas ou talheres durante o preparo da refeição pode levar bactérias e sujeiras de um produto para outro. Evite a contaminação cruzada separando os utensílios.

Rabinos fazem apelo para incentivar comunidade judaica a aderir ao veganismo

Rabinos fazem apelo para incentivar comunidade judaica a aderir ao veganismo

Na declaração – a maior do seu tipo – rabinos dos Estados Unidos, Israel, Reino Unido, Canadá, Austrália e África do Sul pediram que a comunidade judaica global adote uma alimentação vegana para ficarem alinhados com a moral ensinada pela religião.

Rabino

“O modo de vida do judaísmo, suas práticas alimentares são concebidos para enobrecer o espírito humano”, ressaltou o ex-líder dos rabinos da Irlanda David Rosen.

De acordo com a VegNews, o rabino explicou que os princípios judaicos não se alinham ao consumo de produtos de origem animal.

“É, portanto, uma contradição alegar que os produtos que passam por um processo que envolve a crueldade e a barbaridade desenfreadas em relação à vida animal podem realmente ser considerados kosher em nosso mundo”, explicou Rosen.

“No nosso mundo atual, é precisamente uma dieta vegetal que está verdadeiramente de acordo com os mais sublimes ensinamentos do judaísmo e com as mais altas aspirações da nossa tradição”, acrescentou.

A declaração dos rabinos será promovida por meio de uma série de renomadas plataformas judaicas e incentivará os seguidores a aderir ao “Compromisso Veg”, uma iniciativa que promove o veganismo e que foi criada pela organização sem fins lucrativos Jewish Veg.

Via: Anda

Bebês animais são espancados e condenados a uma morte trágica no Oriente Médio

Bebês animais são espancados e condenados a uma morte trágica no Oriente Médio

A Animals International, o braço global da organização Animals Australia, expôs o horror suportado por esses jovens animais, incluindo bezerros indesejados pela indústria de laticínios.

Vaca apavorada

Um por um, eles são vendidos no comércio global de exportação de animais vivos, uma indústria que visa somente ao aumento de seus lucros e do consumo de carne em todo o mundo.

Depois de serem “engordados” durante o cativeiro, os animais são transportados em caminhões para países onde imagens impactantes mostram que eles são espancados, atormentados, têm os rabos torcidos e quebrados e suas gargantas cortadas antes de serem deixados para ter mortes lentas e dolorosas.

https://player.vimeo.com/video/190959385

As ovelhas romenas vendidas para o Oriente Médio também enfrentam abusos terríveis. Na Jordânia, pesquisadores descobriram que elas foram brutalmente assassinadas na rua durante o Festival do Sacrifício enquanto outros animais apavorados foram espremidos em porta-malas de automóveis apenas para enfrentar um massacre agonizante em quintais, revelou a Animals International.

Proibir a exportação de animais vivos na Romênia é um passo crítico para acabar com essa prática em todo o mundo.

Sejam originários da Austrália ou da Roménia, esses navios da morte  transportam animais amedrontados e desorientados em todo o mundo para que eles sejam assassinados apenas para enriquecer estas empresas gananciosas. Cada vez mais animais inocentes pagam o preço.

Via: Anda

A caça, e não a desflorestação, é a maior ameaça à biodiversidade do Sudeste Asiático

A caça, e não a desflorestação, é a maior ameaça à biodiversidade do Sudeste Asiático

A “caça é de longe a maior ameaça imediata” à sobrevivência da maioria dos animais em risco de extinção do sudeste asiático, avisam os cientistas.

Embora se costume pensar que a desflorestação e a degradação das florestas são as principais ameaças à biodiversidade tropical, a verdade é que, segundo um estudo publicado na revista científica Conservation Biology, a “caça é de longe a maior ameaça imediata” à sobrevivência da maioria dos vertebrados ameaçados do Sudeste Asiático.

“O Sudeste Asiático está a passar por uma crise de vida selvagem”, escreveram os autores do trabalho, explicando que grandes áreas de habitat natural se encontram agora quase desprovidas de animais de grande porte, com a exceção de algumas espécies resistentes à caça.

“A não ser que haja uma mudança decisiva nos esforços para reduzir a exploração da vida selvagem para níveis sustentáveis, a região deverá perder a maioria das suas espécies icónicas, e muitas outras para além destas, nos próximos anos”, alertaram os investigadores.

Para examinar os impactos da caça nas populações de animais da região, a equipa realizou uma análise rigorosa de estudos publicados em revistas científicas locais, assim como de relatórios de agências governamentais e não-governamentais. Descobriu que as populações de animais tinham sofrido um declínio acentuado em diversos locais no Sudeste Asiático desde 1980 e que muitas espécies tinham sido totalmente dizimadas de áreas consideráveis dos seus habitats históricos.

As causas desta sobre-exploração incluem a melhoria do acesso às florestas e mercados, a proliferação de tecnologias de caça baratas – como armas de fogo, armadilhas, redes verticais e lanternas, que reduzem a habilidade necessária para se caçar –, assim como a crescente procura de animais selvagens para o consumo da sua carne, para o fabrico de produtos medicinais e para o comércio de animais de companhia.

A caça na região não pode, consequentemente, ser considerada sustentável em nenhuma parte da região e, na maioria dos lugares, a aplicação da legislação das áreas e espécies protegidas é fraca.

Segundo os investigadores, as estratégias de conservação atuais não estão a enfrentar, convenientemente, este problema e o facto de a comunidade internacional de conservação estar excessivamente virada para o comércio internacional desvia a atenção da situação, uma vez que os animais caçados são consumidos localmente, nas aldeias, vilas e cidades vizinhas.

As espécies comuns, como os javalis e as ratazanas, costumam ser caçadas para consumo próprio. Mas a caça de espécies mais raras e valiosas também é generalizada. A carne que sobra e os produtos de valor comercial costumam ser vendidos.

“Os tigres (Panthera tigris) e outros grandes carnívoros são mortos por causa das suas peles, órgãos reprodutores e ossos, os rinocerontes (Rhinoceros sondaicus e Dicerorhinus sumatrensis) pelo seu chifre, os elefantes pelo seu marfim, os ursos (Helarctus malayanus e Ursus thibetanus) e os gauros (Bos guarus) pelas suas vesículas biliares, os langures (Presbytis spp, e Trachypithecus spp.) pelos seus bezoares e os ungulados com hastes como troféus”, explicam os investigadores.


Foto: flowcomm

Rhett Harrinson, da Academia Chinesa de Ciências em Yunnan, investigador que liderou o estudo, disse ao Mongabay que a caça não costuma, contudo, ter alvos específicos na região, devido ao uso de caçadeiras e armadilhas, que permite que um grande número de espécies seja caçado indiscriminadamente.

E à medida que as espécies maiores se tornam mais raras, os caçadores começam a virar-se para espécies cada vez mais pequenas.

“A caça e a sobre-exploração da vida selvagem são problemas gerais”, disse o investigador. “Mas, dependendo de fatores como a eficácia da implementação do controlo de armas, os métodos e as espécies-alvo variam. Por exemplo, na Indonésia a aplicação do controlo de armas é bastante rigorosa, por isso as armadilhas são amplamente usadas e a caça de aves é particularmente descontrolada. Na ilha de Bornéu, a maior parte dos caçadores utiliza caçadeiras e vai em busca de alimento – mas os níveis de exploração são completamente insustentáveis.”

O facto de as agências governamentais e a comunidade internacional de conservação continuarem a não reconhecer a verdadeira escala da sobre-exploração e falharem na aplicação de medidas apropriadas para combater o problema “continua a ser um grande entrave para se fazer frente à crise de vida selvagem no Sudeste Asiático”.

Via: The Uniplanet

Já são mais de 1400 as espécies afetadas pelo lixo que despejamos nos oceanos

Já são mais de 1400 as espécies afetadas pelo lixo que despejamos nos oceanos

Onúmero total de espécies afetadas pelo lixo marinho está a subir constantemente e já ultrapassa, atualmente, as 1400 espécies. São 1441 as espécies afetadas de peixes, mamíferos, moluscos, algas, aves marinhas, tartarugas, bactérias, corais e muitas outras formas de vida aquática.

Estes dados são da AWI Litterbase, uma base de dados digital do Instituto Alfred Wegener, que compila os dados científicos publicados sobre o lixo marinho e que é frequentemente atualizada.

Os encontros da vida aquática com o nosso lixo

Os dados da Litterbase sobre as interações do lixo com os organismos mostram, sob a forma de mapas mundiais e gráficos, que os peixes e as aves marinhas são especialmente afetados por esta poluição e que a maioria do lixo encontrado no mar é constituída por plástico.

 
A vida aquática afetada pelo lixo marinho (à esquerda) e os tipos de lixo a afetar a vida aquática (à direita)

Estima-se que, todos os anos, um milhão de aves e 100 mil animais marinhos, incluindo mamíferos e tartarugas, morram vítimas dos detritos de plástico nos oceanos.

Segundo a análise mais recente de interações da Litterbase, 36% das espécies ingerem os detritos, 31% ficam presas ou enredadas neles e 28% colonizam-nos.

 
Tipos de encontros (à esquerda) e efeitos dos encontros (à direita)

Os detritos que os animais ingerem, por os confundirem com alimento, podem perfurar ou obstruir-lhes o aparelho digestivo e causar-lhes outros problemas de saúde e ferimentos que podem resultar na sua morte. No caso da ingestão de resíduos plásticos existe ainda o problema de estes poderem absorver e libertar poluentes, que se vão acumulando ao longo da cadeia alimentar.

Muitos animais também ficam presos no lixo marinho. Todos os anos, as redes de pesca “fantasma”abandonadas nos oceanos capturam e matam milhares de focas, leões-marinhos e baleias, entre outros animais.


Os encontros da vida selvagem com o lixo marinho

A distribuição do lixo nos oceanos

“[A AWI LItterbase] é de tremendo valor científico. A nossa base de dados permitir-nos-á avaliar e compreender melhor as quantidades e padrões de distribuição globais do lixo no oceano”, explicou Melanie Bergmann, bióloga do Instituto Alfred Wegener. “Os mapas documentam os lugares onde os investigadores identificaram lixo marinho. Mas convém ter em conta que as áreas a branco no mapa não representam necessariamente regiões sem lixo; pelo contrário, são ângulos mortos.”


A distribuição do lixo e microplásticos nos oceanos

Estes “ângulos mortos” ajudam a identificar as áreas onde os esforços de investigação precisam de ser intensificados. Por exemplo, facilmente se percebe, observando o mapa acima, que foram realizados muitos estudos no Mediterrâneo. No entanto, houve poucos artigos sobre a situação em África, no mar Morto ou em mar aberto.

Melanie Bergmann, Lars Gutow e Mine Tekman, os investigadores que desenvolveram a base de dados, ficaram surpreendidos com a variedade de trabalhos científicos que descreviam a presença de lixo marinho. Estes podiam ser artigos sobre assuntos muito diversos, “como estudos sobre os jardins de corais no Mediterrâneo [ou] os efeitos antropogénicos de atividades como a pesca no fundo do mar”.

Também redescobriram dados antigos sobre este problema, como estudos realizados nos anos 80 sobre a ingestão de microplástico por plâncton e organismos unicelulares. “A Litterbase também vai ajudar-nos a redescobrir dados ‘antigos’ e em alguns casos esquecidos”, disse a bióloga.

O facto de disponibilizar hiperligações para todos os artigos científicos usados para a sua criação faz da AWI Litterbase uma ferramenta de grande utilidade para quem esteja interessado em aprofundar as suas próprias investigações.

Via The Uniplanet