Autor: Carol Stein

Indiano cria “montanhas de gelo” no deserto contra o aquecimento global

Indiano cria “montanhas de gelo” no deserto contra o aquecimento global

Nos últimos anos, o derretimento das calotas polares tem se tornado um dos principais problemas ambientais do planeta. Apesar de todos os esforços, a situação se agrava cada vez mais, colocando em risco a existência de muitos seres vivos. Agora, para tentar resolver esta crise, um homem teve uma ideia revolucionária: construir novas geleiras, e no meio do deserto.

 

Segundo informações da CNN, Sonam Wangchuk, um engenheiro indiano, está tentando resolver este problema em uma região conhecida como Ladakh, que fica ao norte da Índia e que sofre com a escassez de chuvas e com as grandes variações de temperatura. A ideia é acabar com o problema que os moradores têm para para conseguir água, principalmente nos meses de abril e maio, quando as plantações precisam de maior irrigação.

A proposta é bastante simples: coletar a água que escorre das montanhas após o derretimento da neve, que normalmente seria perdida, e armazená-la até a primavera, quando os fazendeiros mais necessitam. “Uma vez, eu vi um pouco de gelo debaixo de uma ponte e entendi que é o sol que faz essa neve derreter, e não qualquer problema ambiental”, disse Sonam.

“Então, notei que este gelo pode durar bastante tempo, mesmo em lugares com altas temperaturas e altitude”. Para armazenar o gelo, o processo utiliza apenas física, sem a necessidade de energia.

Com um cano, colocado a uma altura de mais de 60m na montanha, ele capta a água derretida dos cumes das montanhas, que se solidifica devido ao ar mais frio, e o armazena em um local próximo. No teste que realizou, ele conseguiu fazer os 150 mil litros de água que captou durarem até o mês de maio, dois meses a mais do que o habitual.

Esta não é a primeira vez que um projeto assim é realizado na região. Porém, em todas as anteriores, os custos, ou a falta de praticidadea cabaram por inviabilizar o processo. Desta vez, Sonam aposta no baixo custo de manutenção, e, principalmente, no conceito de sua ideia, para fazer com que tudo dê certo. “O fato de o local de armazenagem ter o formato de um cone é um dos grandes diferenciais.

Esta é uma forma muito mais fácil de fazer a coleta porque qualquer gotejamento naturalmente forma um cone. Além disso, ele acaba tendo uma área de exposição ao sol menor, o que faz com que o gelo derreta mais devagar”, afirma. Agora, para confirmar que o projeto pode ser satisfatório em todo o planeta, Sonam pretende fazer um teste no Peru. Caso tenha sucesso, ele afirma que poderá fazer mudanças consideráveis para o futuro da humanidade:

“Teremos a chance de fazer árvores crescerem no meio do deserto”. Porém, como nenhuma revolução vem sem custos, ele agora busca ajuda para tornar o sonho de espalhar sua ideia em realidade. Para isso, criou um ‘crowdfunding’, onde pretende angariar cerca de 125 mil dólares para realizar o primeiro projeto em larga escala..”Só unindo forças poderemos resolver esta questão”, finalizou.

Fonte: UOL

Morreu a caçadora mais famosa do mundo

Morreu a caçadora mais famosa do mundo

Melania Capitán, de 27 anos, jovem caçadora e conhecida blogger, foi encontrada morta esta madrugada, numa quinta em Huesca, em Aragão, Espanha. A mulher era uma das caras mais conhecidas do mundo da caça.  Mel, como era conhecida pelos amigos e no mundo da caça, pôs fim à vida. Segundo a revista Jara y Sedal, a mulher despediu-se dos amigos mais próximos. A jovem catalã, que vivia em Huesca desde os três anos de idade, era uma das caras mais conhecidas do mundo da caça, também pelas constantes publicações nas redes sociais. Com mais de 32 mil seguidores no Facebook e 6 mil no Instagram, Mel partilhava com os fãs as suas experiências cinegéticas. Há uns meses, associações de defesa dos animais vieram a público criticar os atos crueis da caçadora. Recentemente, a jovem denunciou as ameaças que sofreu por parte das associações, nas redes sociais. Depois de conhecida a morte da caçadora, vários comentários foram feitos nas redes sociais, muitos deles, em forma de insulto. Três dias antes do incidente, Mel havia publicado uma imagem do seu cão, na página de Facebook, com um texto fazendo alusão ao calor que se fazia sentir naquela tarde. Nessa mesma publicação, e depois de já conhecida a morte, algumas pessoas comentaram, em tom de insulto. “Está calor porque estás a arder no inferno”, escreve uma utilizadora. “Apodrece no inferno e obrigada por deixares de assassinar animais inocentes, só por ego e covardia”, continua. “Fizeste um favor à humanidade, adeus!”, conclui. “Ela está viva, não se preocupem. O que aconteceu é que deixou a caça e está agora no casting para o Walking Dead, esperem pela próxima temporada”, escreveu outro utilizador. “Estava tão amargurada que teve de se matar (…) menos mal que se matou a ela mesma, e não pobres animais (…) foi o melhor que fez ultimamente”, podemos também ler.   O que achou desta notícia?

Fonte: CMJornal.pt

The New York Times publica artigo sobre os danos causados por produtos de origem animal

The New York Times publica artigo sobre os danos causados por produtos de origem animal

No dia 21 de maio de 2017, o famoso jornal The New York Times publicou um artigo escrito por dois cientistas e um jornalista sobre os danos provocados pelo consumo de produtos de origem animal, tanto em nossa saúde quanto no meio ambiente.

O início do Artigo lembrou que a produção pecuária nos EUA vem crescendo bastante desde o fim da segunda guerra, e as fazendas aumentaram muito o número de animais que elas podem criar e matar mantendo a eficiência econômica, a qual sabemos não se sustentar quando falamos em atividades insustentáveis do ponto de vista ambiental, por exemplo. Isso porque, apesar da considerável receita gerada pela pecuária, os custos dos danos ambientais são muito maiores, isso sem falar nas despesas de saúde pública, que vêm aumentando conforme as pessoas consomem produtos de origem animal.

Além da questão econômica, e do problema ético que é aprisionar, escravizar e matar seres sencientes, já está claro que a pecuária é cada vez menos viável por motivos ambientais e de saúde. Um grande problema que podemos citar é a enorme demanda por grãos, que poderiam ser destinados à alimentação humana, mas a maioria está servindo de ração para animais que vão virar comida. Portanto, além dos impactos causados pelas fazendas onde eles crescem e são mortos, temos aqueles para plantar a comida deles. Somando tudo, o resultado é desmatamento, poluição da água, ar e solo, aquecimento global, entre outros. Coloque na conta, também, as toneladas de produtos químicos usados para manter tudo isso “rentável”.

O Artigo cita um conhecido estudo da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations) que apontou a pecuária como responsável por mais emissões de gases do efeito-estufa do que todas as formas de transporte juntas, além de outro estudo de 2014 publicado no Jornal Climatic Change, cuja conclusão foi que “mudanças dietéticas que envolvem redução de carnes e laticínios são cruciais para atingir a meta da temperatura de 2050”.

No tópico “Saúde”, a Ciência vem observando ao longo dos anos que os produtos de origem animal não somente são desnecessários para nós, como são responsáveis por várias doenças modernas, incluindo as cardíacas, diabetes, osteoporose, artrite, câncer, entre outras. “A enxurrada de carne e produtos lácteos de baixo custo contribuiu substancialmente para a crescente incidência de doenças crônicas”, afirmou o Jornal.

As infecções causadas por micro-organismos surgidos em fazendas e que são transmitidas a humanos também foi abordada pelo The New York Times. Um fato alarmante é que muitas das bactérias surgidas nas fazendas se tornaram resistentes, e isso faz com que cada vez mais antibióticos sejam ingeridos junto com os produtos de origem animal, que já são nocivos por si sós.

Precisamos despertar para esta situação que afeta a todos nós. Animais não humanos estão vivendo vidas que nenhum humano desejaria. Muitas pessoas ainda ousam chamar de “bem tratados” aqueles animais criados de forma “menos cruel”. Quando o sofrimento de outro ser se torna mensurável porque nos convém, vemos a que nível chegou nossa civilização, e podemos facilmente apontar o motivo pelo qual vivemos em guerra dentro de nossa própria espécie. A violência não é seletiva, embora muitos achem que sim. Ou buscamos deixar em paz quem deseja viver, sejam humanos ou não humanos, ou não teremos paz.

Leia a matéria completa em inglês (acesse aqui).
Texto e tradução: Mapa Veg

Índia planta 66 milhões de árvores em 12 horas

Índia planta 66 milhões de árvores em 12 horas

Uma campanha ambiental na Índia levou o país a bater seu próprio recorde de plantio. Mais de um milhão de voluntários trabalharam em uma mega operação verde onde foram plantadas 66 milhões de árvores. Em 2016, eles já haviam plantado 50 milhões de árvores em 24 horas.

O feito foi realizado na semana passada ao longo do rio Narmada, no estado de Madhya Pradesh. Ali 20 espécies diferentes agora se desenvolvem como parte das ações contra as mudanças climáticas.

Shivraj Singh Chouhan, ministro-chefe do estado, afirmou que os esforços resultaram em um “dia histórico”. Crianças e idosos também se uniram à causa. “Ao plantar árvores, não servimos apenas Madhya Pradesh, mas o mundo em geral”, afirmou o ministro pelo Twitter.

No Acordo de Paris, a Índia se comprometeu a aumentar suas florestas em cinco milhões de hectares antes de 2030 e já se mostra empenhada em alcançar a meta estabelecida. Atualmente, o país é o terceiro maior gerador mundial de emissões de carbono.

 

Fonte: CicloVivo

Raiva confirmada em bovinos deixa sistema de saúde em alerta no sudoeste paulista

Raiva confirmada em bovinos deixa sistema de saúde em alerta no sudoeste paulista

A doença é fatal e pode ser transmitida para humanos por meio do contato com os animais doentes

SOROCABA – Três casos confirmados de raiva em bovinos puseram em alerta o sistema de saúde dos municípios de Itararé e Riversul, no sudoeste paulista. A doença é fatal e pode ser transmitida para o homem por meio do contato com os animais doentes. Cinco bovinos e um suíno morreram com sintomas de raiva em propriedades rurais dos bairros Barreirinho, Serrinha e das Furnas, em Itararé, entre março e junho deste ano. Os exames de laboratório confirmaram a doença em três animais segundo a Vigilância Epidemiológica do município.

De acordo com a enfermeira Juliana Sala, todos os moradores e funcionários das propriedades foram vacinados. “Aqueles que tiveram contato com os animais receberam também o soro, que tem ação preventiva mais rápida. Temos ainda duas pessoas em tratamento.” Segundo ela, nenhum morador apresentou sintomas da doença, mas a vacinação antirrábica para cães e gatos na área urbana, prevista para o final de outubro, foi antecipada para o fim de agosto. “É uma medida de prevenção, em razão da gravidade da doença”, justificou.

O médico veterinário da Vigilância, Dalmerson Lopes Machado, disse que os proprietários rurais foram orientados a vacinar todo o rebanho bovino e também os animais domésticos, como cães e gatos. “Temos a presença na região do morcego hematófago, que funciona como propagador da raiva, ao sugar o sangue de um animal doente. É um fator que eleva o risco.” Os morcegos podem levar a doença para a área urbana, mordendo cães e gatos, mas já houve relatos de ataques de hematófagos a pessoas no meio rural.

A Coordenadoria de Defesa Agropecuária, da Secretaria da Agricultura do Estado, informou ter recebido laudos de dois casos positivos de raiva em herbívoros (bovinos) na região, um em Itararé e outro em Riversul. Três equipes técnicas foram deslocadas para fazer o monitoramento dos casos, revisão dos abrigos de morcegos e orientação aos produtores rurais. É orientada a vacinação dos animais contra a raiva e o uso de pasta vampiricídica em morcegos capturados. A Defesa pede que os casos de mordeduras em animais sejam notificados. Durante o primeiro semestre de 2017, a equipe de controle da raiva averiguou a causa da morte de 258 animais no Estado. Desses, 93 herbívoros tiveram resultado positivo para raiva.

Fonte: Estadão

Consumidores de carne produzem duas vezes mais dióxido de carbono do que veganos

Consumidores de carne produzem duas vezes mais dióxido de carbono do que veganos

Um novo relatório compilado pela companhia de pesquisa GoCompare Energy (GCE) descobriu que os consumidores de carne produzem o dobro de dióxido de carbono do que aqueles que seguem uma alimentação vegana

Usando sua calculadora de carbono, a GCE determinou que as pessoas que comem carne diariamente produzem 2,8 toneladas de dióxido de carbono todos os anos em comparação com a 1,5 tonelada produzida por vegetarianos e apenas 1,1 tonelada pelos veganos, informou a VegNews.

“Fazer mínimas mudanças na sua rotina pode provocar uma enorme diferença, especialmente quando todos fazem isso”, disse o porta voz da GCE, Ben Wilson.

De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a pecuária é responsável por mais emissões de gases de efeito estufa do que todo o setor de transporte combinado.

Fonte: Anda

Sofrimento de galinhas exploradas em granjas denuncia a falácia dos ovos orgânicos

Sofrimento de galinhas exploradas em granjas denuncia a falácia dos ovos orgânicos

“Todo o processo é orgânico”, diz Greg Herbruck, presidente da Herbruck’s Poultry Ranch em um vídeo promocional.

Os detalhes da operação não estão publicamente disponíveis. Porém, ele recusou o pedido de um repórter do Washington Post para uma visita, alegando que o jornalista poderia infectar os animais com doenças, como a gripe aviária.

Galinhas exploradas em granja

De acordo com as pessoas familiarizadas com a operação, assim como um plano de construção, cada um dos nove celeiros retangulares em Herbruck possui cerca de 180 mil aves, ou mais de três galinhas por pé quadrado, segundo fontes, que preferiram o anonimato porque não foram autorizadas a falar em nome da empresa.

Elas informaram que nenhuma das aves tem permissão para ficar ao ar livre ainda que o regulamento referente à produção orgânica proíba o “confinamento total contínuo de qualquer animal dentro de espaços internos”.

Os animais deveriam ter ao menos a chance de manifestar um comportamento mais próximo do natural e, para galinhas, isso significa procurar por alimento no chão, tomar banho de poeira e até fazer voos curtos.

O USDA permite que a Herbruck e outras grandes operações vendam seus ovos como orgânicos porque as autoridades interpretaram a palavra “ao ar livre” de uma forma que as granjas que aprisionam galinhas em celeiros, mas adicionam “varandas” são consideradas elegíveis para o rótulo “USDA Orgânico”. Essas “varandas” são tipicamente áreas muradas com um telhado, pisos rígidos e rastreamento.

Quanto à forma como as galinhas exploradas devem viver, o órgão não estabelece um espaço mínimo por ave. Para aumentar o espaço dentro dos galinheiros da Herbruck, que contêm 56 mil pés quadrados e possuem cerca de 20 pés de altura, a empresa instalou quatro níveis de prateleiras metálicas, conhecidas como “aviários”.

Para piorar, Herbruck alegou que “as prateleiras agregam espaço para as aves”. Ele se recusou a dizer o espaço oferecido e não contestou os relatórios do Post sobre o enorme número de galinhas e o estreito tamanho dos celeiros.

O significado exato do rótulo orgânico USDA em uma caixa de ovos é pouco claro.

Algumas das grandes empresas de ovos – como Herbruck’s; Kreher’s em Clarence e uma grande instalação do Kansas operada pela Cal-Maine, mantêm as galinhas em celeiros com “varandas” para cumprir os regulamentos orgânicos, de acordo com fotografias, documentos e entrevistas com inspetores e especialistas da indústria.

Como os ovos dessas grandes operações podem ser vendidos com os nomes de várias marcas de lojas diferentes, é difícil para os consumidores saberem onde os denominados “orgânicos” são produzidos.

Dentro do programa USDA Organic, até mesmo as agências de inspeção que certificam fazendas orgânicas não concordam em considerar as galinhas confinadas em celeiros com varandas como “orgânicas”.

Algumas agências, como a California Certified Organic Farmers, uma das maiores, se recusam a certificar essas operações como “USDA Orgânico”.

Entretanto, outras agências de inspeção permitem que as operações agrícolas limitem suas galinhas aos celeiros.

Como os fazendeiros selecionam sua própria agência de inspeção, aqueles que querem manter as galinhas confinadas precisam apenas contratar uma das agências mais lenientes.

A Herbruck’s, por exemplo, recebe o status de USDA Orgânico por uma agência de inspeção conhecida como Quality Assurance International. Tracy Favre, uma funcionária da QAI, não disse diretamente o porquê de as granjas com varandas serem autorizadas.

“A QAI toma sua decisão de acordo com os regulamentos, políticas e orientação do Programa Nacional Orgânico”, disse ela em um comunicado.

Em 2011, o Conselho Nacional de Padrões Orgânicos do USDA votou por unanimidade para classificar as varandas em estufas como “interiores” e não como espaços externos. O conselho disse que cada ave deveria ter pelo menos 1,5 metro quadrado de espaço interno e dois pés quadrados de espaço ao ar livre.

O acesso ao exterior “é um princípio básico da produção orgânica”, disse a recomendação do conselho.

Uma das maiores produtoras de ovos "orgânicos" dos EUA

Porém, as objeções de algumas das maiores operações de ovos – incluindo a Herbruck – parecem ter barrado a proposta. Os grupos agrícolas que representam grandes empresas convencionais também se manifestaram contra esses requisitos.

A senadora Debbie Stabenow, de Michigan, e o presidente do Comitê de Agricultura do Senado, Pat Roberts, do Kansas, onde se localizam as grandes instalações da Cal-Maine, expressaram suas preocupações sobre uma proposta com uma regra mais severa.

O principal argumento para confinar as aves nas varandas é a reivindicação, alegada por Herbruck, de que manter as galinhas assim as “protege contra predadores e doenças”.

Além de ser absurdo tentar justificar essa crueldade com os animais vítimas dos caprichos humanos, pesquisas realizadas pelo USDA apontam o contrário. Elas mostram que as taxas de mortalidade nas fazendas denominadas orgânicas, a maioria das quais deixam as galinhas ficarem em ambientes externos, são menores do que as das granjas convencionais, onde as aves são largamente confinadas aos celeiros.

Um estudo de 2013 do USDA em granjas em 19 estados com pelo menos três mil galinhas mostrou que a taxa de mortalidade média foi de 7% em operações denominadas orgânicas e 10% em operações convencionais.

Independentemente das condições em que as galinhas são mantidas, vale ressaltar que essas são medidas paliativas que não combatem o consumo de produtos de origem animal, que causa o sofrimento e a morte de bilhões de seres inocentes em todo o mundo.

Fonte: Anda